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sábado, 21 de maio de 2011

DIABETES,DOENÇAS SILENCIOSAS E DOENÇAS CRÔNICAS EM NOSSOS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO






As pesquisas afirmam que os nossos animais de estimação estão ficando com Diabetes. e, infelizmente essa é uma realidade. Várias pessoas procurando ajuda para seus animais de estimação.

A Alimentação e o não passear são uma das causas desse acontecimento – diabetes nos cães de pequeno porte que ficam dentro de casa ou do apartamento e nos gatos a obesidade. Segundo pesquisas da Bioenergia o enfraquecimento do sistema imune e a desmineralização seriam causas de grande importância também.

Pelos dados divulgados pela Banfield, de 2006 para cá, a incidência de diabetes canina aumentou 32%. Em gatos, o crescimento foi de 16%.

A ideia de que uma pessoa que se alimenta de forma irregular e que leva uma vida sedentária é colocada como causa do aumento da diabetes em seres humanos e em nossos animais de estimação também. 

Várias pesquisas nos mostram que o aumento de consumo de alimentos com químicas, corantes e toxinas, o aumento das energias eletromagnéticas dentro e ao redor das residências são responsáveis pela maioria das doenças silenciosas e crônicas.

 Observe o comportamento, a sede, se está comendo muito ... Um excesso de eletricidade que acidifica o sangue o que faz o organismo dos nossos animaizinhos buscar compensações para alcançar o equilíbrio. No tópico pH, sistemas e minerais tem mais sobre essa realidade. Veja novamente a importância do GFU e da Radiestesia.

Texto baseado no Site da Banfield. Texto em azul claro são da Helô

Acompanhei alguns casos onde foi o mudar o local onde o bichinho dormia ou na impossibilidade de mudar o local foi feita uma correção.

Um cachorro de porte grande dormia ao lado da máquina de lavar roupa na lavanderia. Estava tendo problemas nas articulações e não conseguia mais se levantar por causa das dores. Esse eu em conjunto com os donos encontramos um local "neutro" para ele. Fizeram o tratamento com a Eletroterapia, pingaram as gotas de P10 na água, suplementaram com os sais minerais e com a Solução Regeneradora para ajudar na excreção. Em 2 meses já se levantava e caminhava. Atualmente corre e brinca normalmente.

Num acompanhamento de uma usuária aconteceu algo interessante ... ela estava demorando mais do que deveria para se equilibrar na depressão e insônia. Ao fazer a pesquisa foi descoberto que ela dormia com uma gatinha. Foi só fazer o tratamento na gatinha e nela simultaneamente e acabou o troca troca de bactérias. Ambas estão super bem.

Acompanhei uma cachorra de porte médio que ficava num canil. O canil ficava sobre uma zona telúrica e os donos não tinham como colocá-la em outro local. As defesas dela estavam muito baixas e vivia doente, olhos lacrimejando. Começou a aparecer feridas na pele. Fizemos a correção do local que já ajudou muito e o tratamento adequado aumentando as defesas, tratando a pele e pelo com o dermas Skrill. Atualmente está alegre e mais calma. Os donos conseguem agora passear com ela.

https://www.facebook.com/groups/229199570428817/

Diabetes em cães e gatos - 12.05.2015
 Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Diabetes mellitus atinge 1 em cada 400 gatos e uma proporção similar de cães.

De acordo com estudos recentes , sua prevalência em felinos vem aumentando. A condição é incomum em gatos com menos de sete anos.  Os gatos, por exemplo, podem desenvolver uma aparente obsessão por água e passar a espreitar torneiras e bebedouros. O apetite subitamente aumenta (até três vezes o normal) ou se torna ausente.  Em gatos: cerca de 80-95% dos gatos diabéticos apresentam diabetes do tipo 2  (relacionada, em humanos, com obesidade)

 Gatos costumam responder melhor à insulina de longa duração e dieta com baixos níveis de carboidratos.

Um pequeno estudo recente  demonstrou que muitos gatos diabéticos deixaram de necessitar de insulina após serem submetidos à uma dieta pobre em carboidratos.

 A lógica disso é que uma dieta com baixos níveis de carboidratos reduz a quantidade de insulina necessária e mantém a variação de açúcar no sangue baixa e mais previsível.

Ração com teor elevado de carboidratos: Muitos alimentos comerciais (em especial, as rações do tipo "light") têm conteúdo extremamente elevado de cereais e, por conseguinte, de carboidratos. Esses nutrientes manterão alta a glicemia do animal.

Além disso, caso o cão ou gato tenha acesso livre à alimentação, a curva glicêmica pode se tornar imprevisível. 

Os sintomas em cães e gatos são semelhantes aos apresentados por humanos.

As boas práticas veterinárias recentes recomendam uma dieta pobre em carboidratos para gatos e uma dieta com teor médio de carboidratos e alta concentração de fibras para cães. 

Cães acometidos por pancreatite, condição comum entre os animais diabéticos, frequentemente necessitam de uma dieta restrita em gordura.

Em geral, a maior parte dos cães diabéticos apresenta diabetes do tipo 1 (insulina-dependente).  Nos cães, os sintomas subsequentes são problemas visuais e catarata.
Em gatos pode haver enfraquecimento dos membros traseiros (neuropatia periférica), tornando a marcha empolada ou vacilante. 









DIABETES EM GATOS 
Por essas e outras que não curto só dar ração para os animais ...
Diagnóstico e Detecção
Diabetes é uma das muitas condições que podem afetar o seu gato e causar mudanças visíveis no comportamento e outros sinais. É por isso que é tão importante que o seu gato seja cuidadosamente examinado por um Médico Veterinário pelo menos uma vez por ano, ou mais frequentemente, se o seu Médico Veterinário assim aconselhar.
Conhecer os sinais da diabetes é o primeiro passo para proteger a saúde do seu gato. Se qualquer uma das frases abaixo descreve seu animal de estimação, fale com seu Médico Veterinário sobre a possibilidade de diabetes:
Bebe mais água do que o normal (polidipsia)
Urina mais frequentemente, produz mais urina por dia, ou tem "acidentes" fora da caixa de areia (poliúria)
Apresenta sempre fome (polifagia), mas mantém ou perde peso
É menos ativo ou dorme mais (letárgico)
Tem o pelo seco e SEM BRILHO
Ao avaliar se o seu gato tem diabetes, o seu Médico Veterinário pode perguntar sobre estes sinais e irá verificar a saúde geral do seu gato, para descartar a possibilidade de outras condições ou infecções.
Pode ser analisada uma amostra de urina do seu gato, para determinar a presença de glicose, corpos cetônicos, e/ou uma infecção urinária. Se a glucose está presente na urina do seu gato, o Médico Veterinário também vai querer determinar a concentração sanguínea de glucose e de frutosamina do seu gato. Se a concentração de glicose no sangue é consistentemente maior do que o normal, o pâncreas do seu gato pode não estar a secretar insulina suficiente ou o corpo do seu gato é "resistente" à insulina que é produzida. Independentemente da causa de aumento do açúcar no sangue, seu animal de estimação está sofrendo de diabetes mellitus.
Reference:
1. Panciera DL, Thomas CB, Eicker SW, Atkins CE. Epizootiologic patterns of diabetes mellitus in cats: 333 cases (1980–1986). J Am Vet Med Assoc. 1990;197(11):1504–1508.