domingo, 30 de abril de 2017

PANCREATITE EM NOSSOS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, Como prevenir. Como tratar.


PANCREATITE EM NOSSOS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO.

O pâncreas é uma glândula que faz parte do sistema digestivo. Ele realiza uma dupla função, atuando na parte exócrina (enzimática) na parte endócrina  (hormonal).

A pancreatite é a inflamação do pâncreas. VEJA BEM: inflamação - Aqui entra o uso do GFU - ELETROTERAPIA - para ajudar nesta inflamação.

Vamos lá: Os cães têm aparelhos digestivos mais curtos do que outros mamíferos; 
O estado não natural de qualquer tipo de alimento processado ​​cria uma pressão adicional sobre o pâncreas, que se torna sobrecarregado e, portanto, propenso a inflamação.




A inflamação do pâncreas provoca a ativação prematura de enzimas digestivas, que podem desencadear o ciclo vicioso de “auto-digestão” do pâncreas, que conduz a ainda mais inflamação. As enzimas pancreáticas pode então vazar para dentro da cavidade abdominal, danificar o revestimento abdominal e outros órgãos como o rim e fígado.













Sintomas:
A pancreatite aguda:
 A pancreatite aguda pode causar danos duradouros para os órgãos circundantes. A pancreatite aguda pode se desenvolver muito de repente e é a forma mais grave da doença, por isso é essencial para reconhecer os sintomas potenciais. Os sintomas mais comuns são a perda de apetite e vômito, as vezes é  acompanhada por diarreia, e geralmente há sinais de letargia e desidratação. O abdômen, especialmente a parte da frente, pode aparecer endurecido e sensível ao toque.

A pancreatite crônica:
A Pancreatite crônica  ocorre como resultado do consumo de uma dieta rica em gorduras, ou devido a utilização prolongada de certos medicamentos, tais como corticosteroides.

Esta forma de pancreatite é muitas vezes assintomática. Pode haver vômitos ocasionais ou diarreia, uma ligeira elevação das enzimas pancreáticas, apatia, baixo ou irregular apetite, agressividade
A melhor maneira de confirmar um diagnóstico de pancreatite é por exame de sangue e um exame bioquímico. Um exame de ultra-som ou raio-x podem também ser úteis na confirmação do diagnóstico; Essas ferramentas também podem ajudar a excluir outras causas de vômitos, diarreia, dor abdominal e letargia.

Dicas de alimentação
·         - Necessário reduzir drasticamente o teor de gordura na alimentação do seu cão quando ele  está se recuperando de uma pancreatite. Se você deseja alimentar seu cão com carne ou frango retire a parte gordurosa e a pele do frango.
·       -   Certifique-se que as porções de comida sejam pequenas e  mais freqüentes.
·         Permita  que seu cão tenha muito tempo para se recuperar, seguindo as normas alimentares, e incluindo um programa de exercícios com a permissão do veterinário. Seu companheiro favorito com certeza  vai voltar  à normalidade dentro de pouco tempo.
·         O tratamento da pancreatite aguda é hospitalar, com administração de medicações e fluido terapia intensiva. O cão é mantido em jejum total por até 5 dias a fim de reduzir a produção de enzimas pancreáticas, e depois pequenas quantidades de alimento são introduzidas lentamente.

·         O prognóstico da pancreatite é reservado para os casos em que ocorre necrose ampla do pâncreas, mas para os demais casos geralmente o prognóstico é favorável.

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quinta-feira, 23 de março de 2017

COMIDAS NATURAIS ESTÃO DE VOLTA


Você sabia que São Paulo possui aproximadamente 10 mil pet shops para os quase de 20 milhões de animais de estimação que vivem na cidade ?

Chama bastante a atenção a volta das comidas que comiam antigamente, antes das ração. Atualmente de forma mais consciente ou seja: São alimentos naturais e não "restos de comida".

O evitar alimentos industrializados ajudam na saúde dos nossos bichinhos por não terem aditivos artificiais, conservantes químicos, corantes, gorduras hidrogenadas e matéria-prima de baixa qualidade. Já comprovado que podem estar relacionadas a problemas de saúde quando consumidas por períodos prolongados. 

Atualmente vemos muitos animais doentes, infelizmente.

 Um site bem completo: 
http://www.cachorroverde.com.br/

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Depressão em cães e gatos


Depressão em cães e gatos




Conhecemos alguns animais que tem um ar de melancolia.

Outros apresentam comportamentos de depressão muito parecidos com os seres humanos. Os gatilhos também são parecidos Podem ter sua causa por separações, como por exemplo, num divórcio onde um dos cônjuges sai de casa, por mudanças de casa.

 Por mudanças dos hábitos do dia a dia, por atual falta de tempo de dar atenção a eles e ... por se sentirem sozinhos... a famosa solidão que tanto deprimem também a nós, seres humanos.

Um cão saudável dificilmente ficará depressivo sem motivo, portanto, é útil saber se algum evento recente impactou o bem-estar mental do cão. Os cachorros são animais rotineiros, portanto, o principal gatilho para a depressão canina é uma mudança na rotina.

 As mudanças que podem desencadear a depressão podem incluir:

·         Estresse: o estresse canino inclui qualquer coisa que o impeça de receber a atenção à qual está acostumado.
·         Um dono que costumava ficar em casa agora sai para trabalhar.
·         Um bebê ou filhote novo na casa.
·         A perda repentina de um companheiro (humano ou canino).
·         Uma mudança de residência.
·         Colocar o cão em outro lugar.
·         Reformas grandes na casa.

Cães e gatos de qualquer raça ou sem raça podem sofrer de depressão e os donos devem estar atentos. É uma doença séria que pode, por exemplo, comprometer o apetite – um dos sintomas – levando a doenças mais sérias como anemia, baixa do sistema imunológico e se não tratada vai se agravando e abrindo portas para bactérias, vírus, fungos etc virando doenças crônicas de vários tipos. 

ATENTEM ! É muito semelhante aos quadros do ser humano com depressão. Se você conheceu alguém com depressão e acompanhou a evolução do quadro você vai entender rapidinho o que está sendo colocado aqui.

Quer ajudar seu amigo?  Leve seu amigo para passear.
A atividade física colabora com a  produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar no cérebro e essas caminhadas estreitam o contato com o dono e se ele sente saudades de você ... vai ficar feliz com esse passeio.

É importante lembrar que os sinais de depressão podem se parecer muito com outras doenças graves e sistêmicas. Interessante investigar. Esteja sempre atento à saúde física, emocional e psicológica de seu animal, lembrando sempre que como nós, eles também são um ser único e devem ser observado no TODO. Eu pessoalmente acredito que os animais tem sua parte espiritual, tem alma e que não é por acaso que estamos juntos.

O tratamento da depressão pode incluir medicamentos antidepressivos, ansiolíticos, terapias naturais, acupuntura, florais e homeopatia. Nós tratamos com a ELETROTERAPIA-GFU e focamos no sistema imunológico dando a eles os produtos do Prof. Antunes.


É possível que o animal tenha algum desequilíbrio químico e precise de suplementos. Indicamos os naturais.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

CARRAPATOS - Erlichiose (doença do carrapato) - a doença de Lyme


Os carrapatos podem transmitir várias doenças aos animais e aos seres humanos, podendo causar doenças graves e muitas vezes fatais. Dentre as mais comuns podemos citar a babesiose canina, a erliquiose canina, a doença de Lyme e a febre maculosa.


Erlichiose (doença do carrapato)
É uma infecção por carrapatos portadores de bactérias do gênero erlichia.

O carrapato transmite a bactéria ao parasitar cães saudáveis e, mais raramente, gatos. Enquanto os cães costumam ser os animais de estimação mais afetados pelos carrapatos, os gatos também podem vir a sofrer deste mal. Eles não estão livres de pegarem carrapatos e serem infectados.




O que essa doença causa?

- anemia grave que pode levar seu animal a morte.
- alterações neurológicas,
- alterações de comportamento,
- hemorragia,
- insuficiência renal,
- inflamações oculares entre outras possibilidades que as doenças bacterianas provocam.

Observe se seu animal apresenta:
- diarreia,
- vômito,
- perda de apetite,
- indisposição para brincadeiras e passeios;
- perda de peso;
- apresenta uma aparência triste;

- verificando anemia: uma forma de verificar a anemia é observar se a gengiva está esbranquiçada e Verifique também se abaixo das pálpebras está com coloração vermelha, caso esteja amarelada, é sinal de anemia.
- verificando febre: O focinho normalmente é frio e úmido. Se estiver quente e seco, pode indicar febre. Verifique também se as orelhas estão quentes. Se sim, pode também ser um sinal.
Desconfiou ou viu um carrapato no seu cão ou gato? Vale leva-lo ao veterinário. É UMA DOENÇA QUE PRECISA SER TRATADA RAPIDAMENTE


A doença de Lyme
A doença de Lyme (ou borreliose de Lyme) é uma doença causada pela bactéria espiroqueta Borrelia burgdorferi transmitida geralmente pela picada do carrapato da espécie Ixodes ricinus infectado. No Brasil existe uma forma similar da doença chamada de Borreliose humana brasileira ou Síndrome Baggio-Yoshinari.

Embora todas as três espécies de carrapatos possam atuar como portadores da doença de Lyme, na maioria das vezes, a doença de Lyme é transmitida através do carrapato dos cervos (carrapato de patas negras com nome científico de Scapularis Ixodes). Para transmitir a bactéria, o carrapato requer a permanecer no corpo do animal durante pelo menos 2 dias (48 horas).

Carrapatos da espécie Ixodes são vetores da doença de Lyme.

A apresentação da doença varia bastante, podendo, em seus estágios iniciais, incluir erupção cutânea e sintomas parecidos com os da gripe, e então manifestações musculoesqueléticas, artríticas, neurológicas, psiquiátricas e cardíacas. Na maioria dos casos, os sintomas podem ser eliminados com antibióticos, especialmente se o tratamento é iniciado precocemente. O tratamento tardio ou inadequado geralmente desenvolve o "estágio tardio" da doença de Lyme, que é debilitante e difícil de ser tratado.

Sintomas se desenvolvem dentro de 3-5 meses depois de um cão é mordido por um carrapato infectado.

 A doença de Lyme afecta muitos órgãos do corpo e, portanto, por vezes, é também chamada de “The Great Pretender”. Os sinais e sintomas notáveis ​​estão listados abaixo:
·         Letargia
·         Perda de apetite
·         Aumento da fadiga
·         Febre alta
·         Linfonodos
·         Mancando em cães.

Algumas complicações de que sofrem de cães infectados incluem problema renal, doença cardíaca e doença do sistema nervoso.
     -    A infecção pode causar o acometimento de diversos órgãos, inclusive a pele, o sistema nervoso, o coração e as articulações. 
   -  Nos seres humanos pode haver ainda o surgimento de lesões eritematosas na pele (avermelhadas) que evoluem de forma centrífuga do local da picada do carrapato (chamado de eritema migratório), no entanto, esse achado nem sempre é frequente.
A doença de Lyme é considerada hoje a doença transmitida por vetores mais prevalente nos EUA. 
No Brasil a doença de Lyme já foi diagnosticada em cachorros na cidade de São Paulo, nos municípios da Baixada Fluminense (Estado do Rio de Janeiro) e em áreas rurais do Estado do Rio de Janeiro. A doença já foi também diagnosticada em seres humanos.

A doença de Lyme também pode ser transmitida para os gatos. 
Se encontrar um carrapato no corpo do seu gato, consulte o seu veterinário para detectar a doença de Lyme. Ela é transmitida a pessoas e animais através dos carrapatos.
Alguns sintomas são: a letargia, a relutância a saltar ou subir escadas, mancar ou perder o apetite. As chaves para lidar com esta doença são a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento.
Sugestão: Seu animal deve estar sempre com um sistema imunológico OK - Como mitos já sabem usamos a ELETROTERAPIA-GFU para prevenção e tratamento e os minerais naturais para que fiquem BEM fortalecidos.

CARRAPATOS - COMO VERIFICAR, CARRAPATOS - COMO TIRAR E TRATAR


CARRAPATOS




Carrapatos acabam com o seu sossego e com a paz do seu animal de estimação. 
Além de sentirem muita coceira, ficam vulneráveis a várias doenças que podem surgir depois da hospedagem desses ácaros.

São parasitas hematófagos, ou seja que, se alimentam de sangue. Para se fixar, o carrapato agarra-se com unhas e ventosas à pele dos animais onde introduz o seu aparelho bucal, este ácaro se fixa solidamente até o pescoço, por isso é tão difícil de conseguir arrancar o carrapato sem deixar parte do seu corpo na pele do animal.

A picada deste parasita causa inflamação local, pela ação mecânica perfurante, secreções salivares ou à inoculação de germes patogênicos. Use o GFU, vai ajudar MUITO.

 O carrapato possui enzimas (citocinas e prostaglandinas) que impedem a coagulação do sangue, desta forma após fixar seu aparelho bucal ele pode ingerir livremente o sangue do hospedeiro.

Para retirar o carrapato sem que fiquem as "suas patinhas", molhe um algodão em álcool coloque sobre o carrapato e aguarde que ele se desgarre. Dessa forma o local não fica inflamado. Passe em seguida o P10 para limpar e cicatrizar o local.

No caso de encontrar um carrapato ou ficar sabendo de carrapatos em sua região,
é importante que você verifique periodicamente se eles não tem nenhum sinal de carrapato.
Olhe atentamente por trás de suas orelhas, no pescoço e entre os dedos de suas patas.
Leia também sobre: Erlichiose (doença do carrapato).

Procedimento idem a pulgas: Usando o GFU – Aparelho de Eletroterapia - no seu animal de estimação e passando o Dermaskrill líquido na pele e o P10 na casa você acaba com elas para sempre e estará protegendo seu animal de estimação e sua família.

Lave a cama e roupinhas do seu animal a cada semana. Se for usar a máquina de lavar roupa coloque 3 tampinhas de P10. E não se esqueça de após essa lavagem limpar internamente sua máquina com um pano umedecido com o P10 de forma bem concentrada. Para cada copo de água, 1 tampinha de P10

Passe diariamente um pano umedecido com P10 nos locais que ele mais fica até perceber que acabaram os carrapatos.

P10 - Pelo PAGSEGURO
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

ALERGIAS AOS ALIMENTOS


ALERGIAS AOS ALIMENTOS

Obs. em relação ao abacate. Minha cachorrinha adora e passa super bem. Mas ... só se estiver na época do abacate. Sempre sei qual a época apesar de ter no mercado durante todo o ano.
Os animais de estimação, assim como nós, podem adquirir alergias.
Elas podem ser causadas por fatores diversos e apresentar vários sintomas.
Os componentes que desencadeiam processos alérgicos presentes na alimentação que recebem atualmente, (rações, bifinhos etc.) ou locais que permanecem são responsáveis por mais de 30% das alergias que causam irritações de pele em cães, por exemplo.
Na alimentação: aditivos, conservantes, corantes, excesso de gordura, excesso de soja e outras substâncias químicas usadas em rações industrializadas debilitam o sistema imunológico e assim como acontece com agente, acontece com eles. O corpo extenuado cria a alergia para se defender, por não estar conseguindo lidar com tantos elementos que não são naturais a ele. O corpo só reconhece o que e natural. Ele não reconhece esses nomes estranhos ... Dê uma lida nos rótulos dos alimentos que você está oferecendo ao seu animal.
O mofo pode também causar alergias. Observe se ele fica perto de paredes com mofo e ou em locais úmidos. Limpe o mofo das paredes com o P10, escolha um lugar saudável para ele ficar. Limpe o chão do local escolhido com um pano embebido em P10 Peróxido de Hidrogênio.

No link abaixo tem um estudo sobre as alergias, que com certeza acontece também nos nossos animais tão amados que vem para nos ensinar MUITAS coisas. Ao focar na alergia do seu animal você se conscientiza sobre você.

http://gfugeradordefrequencia.blogspot.com.br/2011/03/x_22.html